skip to main | skip to sidebar
Mostrando postagens com marcador Astronomia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Astronomia. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de janeiro de 2012

Na Via Láctea há mais planetas do que estrelas

0 comentários
Há mais planetas do que estrelas na Via Láctea. É o que descobriu uma equipe de astrônomos que utilizaram a técnica de microlente gravitacional para determinar quão comuns são os planetas na Via Láctea.
Após uma busca que durou seis anos, com a observação de milhões de estrelas, a equipe concluiu que os planetas em torno de estrelas são a regra e não a exceção.
Durante os últimos 16 anos, os astrônomos detectaram mais de 700 exoplanetas confirmados - o telescópio espacial Kepler já possui milhares de "candidatos a exoplanetas", que ainda precisam ser confirmados.
Alguns desses planetas extrassolares já começam a ser estudados em profundidade: em 2010, os astrônomos conseguiram pela primeira vez captar a luz direta de um exoplaneta e analisar a atmosfera de uma super-Terra.
Embora o estudo das propriedades dos exoplanetas individuais seja extremamente importante, uma questão básica ainda permanecia: quão comuns são os planetas na Via Láctea?

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Hubble captura estrela hiperveloz expulsa por buraco negro

0 comentários


Clique para ampliar
Estrela em hipervelocidade
O Telescópio Espacial Hubble detectou uma estrela em hipervelocidade, um fenômeno extremamente raro. A estrela está se movendo três vezes mais rápido do que o nosso sol.
A estrela pode ter sido criada em uma espécie de "escorregão da natureza". A cem milhões de anos atrás, um sistema triplo de estrelas estava viajando através do movimentado centro da Via Láctea quando passou perto demais do gigantesco buraco negro localizado no centro da nossa galáxia.
Hubble captura estrela hiperveloz expulsa por buraco negro
A estrela proscrita está agora bem acima do disco da galáxia, a cerca de 200.000 anos-luz do seu centro. Seu destino será vagar pelo espaço intergaláctico. [Imagem: NASA, ESA, and G. Bacon (STScI)]
O buraco negro capturou uma das três estrelas e arremessou as outras duas para fora da Via Láctea. Em seu caminho para o exílio, as duas estrelas fundiram-se para formar uma estrela azul superquente viajando a velocidades incríveis.
Essa história pode parecer ficção científica, mas os astrônomos do Hubble dizem que este é o cenário mais provável para a criação da estrela que viaja em hipervelocidade, a HE 0437-5439.
Esta é uma das estrelas mais rápidas já detectadas, com uma velocidade de cerca de 2,6 milhões de quilômetros por hora. Há cerca de dois meses, o Hubble havia detectado uma outra estrela zarpando da Nebulosa de Tarântula, mas a "meros" 400.000 quilômetros por hora.
Rumo ao exílio
As observações do Hubble confirmam que a estrela velocista vem do núcleo da Via Láctea, mas é difícil determinar seu ponto de nascimento.
Quase todas as 16 estrelas em hipervelocidade conhecidas, todas descobertas de 2005 para cá, parecem ter sido expulsas do centro da nossa galáxia. Mas esta é a primeira observação direta ligando uma estrela hiperveloz à sua origem no centro da galáxia.
A superquente estrela azul HE 0437-5439 foi arremessada para fora do centro da Via Láctea com uma velocidade suficiente para escapar da atração gravitacional da galáxia.
A estrela proscrita está agora bem acima do disco da galáxia, a cerca de 200.000 anos-luz do seu centro. Seu destino será vagar pelo espaço intergaláctico.
(Lá do Inovação Tecnologica)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Astrônomos podem ter encontrado a maior estrela do universo

0 comentários

Astrônomos britânicos descobriram o que se acredita ser a maior estrela do universo, cuja massa atual é 265 vezes maior do que o sol e a luminosidade cerca de 10 milhões de vezes mais intensa.

No site da BBC Brasil foi divulgada a notícia de que através de um imenso telescópio localizado no Chile e das informações vindas do telescópio Hubble, a equipe da Universidade de Sheffield calculou a massa as dimensões da estrela.

A estrela, batizada de RMC 136a1 tem a massa 320 vezes maior que a do sol no momento de sua formação, o que significa que seria pelo menos o dobro da massa da maior estrela já encontrada. Ela faz parte do agrupamento de estrelas jovens RMC 136a. Os astrônomos também encontraram outras estrelas imensas no agrupamento NGC 3603.

O NGC 3603 fica a 22 mil anos-luz do sol, na Nebulosa da Tarântula, e o RMC 136a fica em uma galáxia vizinha à nossa, a 165 mil anos-luz de distância, a Grande Nuvem de Magalhães.

Segundo o artigo publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, a expectativa é de que estrelas colossais como as encontradas existam apenas durante alguns milhões anos, antes de explodirem.

A existência de estrelas como essas, afirmam astrônomos, era mais comum no início do universo.




 Para ver a reportagem completa no site da BBC Brasil, clique aqui!

terça-feira, 20 de julho de 2010

"A Lua está Viva" - afirmação da Nasa após descoberta de água

0 comentários

A missão realizada onde caiu um foguete na superfície da lua no mês passado detectou mais ou menos 25 litros de água na forma de vapor e gelo o que já é suficiente para manter a esperança de uma colônia lunar.

A água foi encontrada em uma cratera no pólo sul da Lua. Agora essa grande descoberta vai rever drásticamente a caracterização da lua como um mundo morto e parecem torná-la um destino mais atractivo para as futuras missões espaciais tripuladas.


"A Lua é viva", declarou Anthony Colaprete, cientista-chefe para o Lunar Crater Observation e missão Sensing Satellite.

Os atuais planos da NASA sob a revisão de Barack Obama exigem um retorno à Lua no final da próxima década, e a construção de uma base lunar em que os astronautas sejam capazes de viver e trabalhar durante meses.

Esta não é a primeira descoberta de água na lua. Várias semanas atrás, na Índia a espaçonave Chandrayaan 1 encontrou sinais claros de uma película microscópica de água misturada com o solo lunar em grandes áreas da lua, mas essas quantias eram tão insignificantes que é improvável que a água seria útil para futuros colonos.
Esta última descoberta, porém, é uma fonte potencialmente importante de água, segundo os cientistas.

Mas a grande pergunta é de onde essa água vem?

( Fonte )

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Astrônomos desvendam mistério da formação das estrelas gigantes

0 comentários
Astrônomos obtiveram a primeira imagem de um disco de poeira estelar em volta de uma estrela gigante que acaba de nascer, oferecendo o primeiro indício direto de que as estrelas maciças nascem da mesma forma que as estrelas menores

Ovos estelares

Astrônomos obtiveram a primeira imagem de um disco de poeira que rodeia uma estrela bebê de grande massa, obtendo indícios diretos de que as estrelas de grande massa se formam da mesma maneira que as suas irmãs menores.

Esta descoberta, feita graças à combinação de observações obtidas por vários telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO), aparece descrita num artigo que sai esta semana na revista Nature.

"As nossas observações mostram um disco em torno de uma estrela jovem de grande massa, que acabou de se formar," diz Stefan Kraus, que liderou este estudo. "Podemos dizer que este bebê está prestes a sair do ovo!"

A equipe de astrônomos observou o objeto conhecido como IRAS 13481-6124. Com cerca de vinte vezes a massa do nosso Sol e cinco vezes o seu raio, a jovem estrela, que se encontra ainda rodeada pelo seu casulo pré-natal, situa-se na constelação do Centauro, a cerca de 10.000 anos-luz de distância.

Nascimentos de estrelas gigantes

A partir de imagens de arquivo obtidas com o Telescópio Espacial Spitzer, da NASA, assim como a partir de observações obtidas com o telescópio submilimétrico de 12 metros APEX, os astrônomos descobriram a presença de um jato. "Esses jatos são comumente encontrados em torno de estrelas jovens de pequena massa e geralmente indicam a presença de um disco," diz Kraus.

Os discos circunstelares são o ingrediente essencial no processo de formação das estrelas de pequena massa, como o nosso Sol. No entanto, não se sabe se tais discos estão igualmente presentes durante a formação de estrelas de massa maior que dez vezes a massa solar, onde a forte radiação emitida poderia impedir que a massa fosse atraída pela estrela.

Por exemplo, já foi proposto que as estrelas de grande massa seriam o resultado da fusão de estrelas menores.
[Continue Lendo...]

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Nasa e Microsoft levam novas imagens de Marte a telescópio virtual

0 comentários
Crateras, manchas e mais algumas crateras. Para os leigos em astronomia, as imagens do espaço e dos planetas se resumem a uma mistura abstrata de cores e efeitos visuais. Mas nunca é tarde para tentar entender direito esse universo, certo?
Uma boa chance surge agora, com a atualização mais recente do telescópio virtual mantido pela Microsoft com ajuda da Nasa (agência espacial norte-americana). O Worldwide Telescope ganhou imagens inéditas e em alta resolução de Marte, ampliando a galeria virtual de pontos turísticos no espaço. É possível dar zoom no "Planeta Vermelho", observar detalhes ou seguir de carona em uma apresentação guiada pelo próprio programa.
Você pode navegar por Marte direto de seu navegador, acessando o telescópio, ou fazendo o download da versão desktop. Seja como for, tente fechar outros programas e evitar downloads simultâneos se quiser tem uma viagem mais suave pela versão virtual de Marte.
______
Telescópio virtual: Worldwide Telescope.
Via Naftalina Tech!
Imagem: Reprodução.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sonda japonesa encontra evidência para oceano de magma lunar

0 comentários
Astrônomos japoneses descobriram traços de um mineral que acrescenta uma peça fundamental ao quebra-cabeças do passado geológico da Lua.
Usando dados obtidos pela sonda Kaguya, colocada em órbita ao redor da Lua em 2007, a equipe encontrou assinaturas abundantes do mineral olivina em anéis concêntricos em três grandes regiões de crateras.
Sonda japonesa Kaguya em órbita ao redor da Lua
Sonda japonesa Kaguya em órbita ao redor da Lua
O mineral é um indicador da presença de manto, a camada interna profunda que fica abaixo da crosta lunar com rochas ricas em ferro e magnésio.
Jaxa

Uma das principais teorias sobre a origem lunar sugere que o astro foi criado há cerca de 4,5 bilhões de anos, quando foi separado da Terra após a colisão monumental de um objeto espacial.
Com o aglutinamento do material lunar, formando uma esfera, sua superfície resfriou-se gradualmente. Isso criou uma crosta composta principalmente de feldspato (mineral claro, rico em alumínio), que passou a flutuar sobre líquido denso fundido.
Os dados da Kaguya apoiam essa hipótese do oceano de magma lunar.
Eles sugerem que após a formação da crosta, houve uma grande reviravolta no líquido escaldante nas camadas mais profundas: o manto rico em olivina emergiu das regiões profundas para a base da crosta.
A sonda Kaguya chocou-se com a Lua em 2009.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Telescópio registra as luzes mais antigas do Universo

0 comentários
planck
O telescópio Planck foi lançado em maio do ano passado e começou a processar dados em agosto (Imagem: ESA,HFI e LFI)

Pesquisadores que trabalham com o telescópio europeu Planck, o maior experimento de cosmologia da última década, apresentaram nesta segunda-feira (5) imagem que revela pela primeira vez em sua história o mapa celeste da radiação cósmica de fundo, segundo a revista New Scientist.

A imagem mostra a Via Láctea como uma faixa horizontal brilhante com “fitas” de poeira fria que se estendem por cima e por baixo da faixa luminosa.

Para os estudiosos, a parte mais interessante é a que indica uma dispersão de uma mancha amarelada sob um fundo vermelho. Esse conjunto é considerado pelos especialistas como os fótons (luzes) mais antigos da Terra.

A análise desse mapa e estudos futuros pode ajudar os cientistas a encontrar a chamada “inflação”, período de expansão da matéria que aconteceu frações de segundo após o surgimento do Universo.

Também tem o poder de oferecer pistas sobre o “eixo do mal”, um alinhamento entre pontos quentes e frios nas regiões mais vazias do espaço.

O telescópio Planck foi lançado em maio do ano passado e começou a processar dados em agosto. Em setembro apresentou seu primeiro mapa do céu. Até 2012, quando termina sua missão, ele terá registrado quatro mapas do Universo.

domingo, 4 de julho de 2010

Forte explosão solar registrada neste sábado

0 comentários
Ejeção 
de massa coronal
 
Ainda não é possível saber a classe do flare produzido, mas é bem possível que atinja Classe M, que pode causar blackouts de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares.
Existem 20% de probabilidade que essa rajada produza auroras boreais em regiões de latitudes elevadas.
A rajada solar, também chamada de Flare Solar, é uma explosão que acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada. Como conseqüência temos as chamadas Ejeções de Massa Coronal, que são enormes bolhas de gases ionizados com mais de 10 bilhões de toneladas, que são lançadas no espaço a velocidades que superam a marca de um milhão de quilômetros por hora.
Quando observadas dentro do espectro de raios-x, que vai de 1 a 8 Angstroms, produzem um intenso brilho ou clarão. A intensidade desse clarão (ou flare) permite classificar o fenômeno em três classes.
Os flares de Classe X são intensos e durante os eventos de maior atividade podem causar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias.
As rajadas da Classe M (similares a essa) são de tamanho médio e também causam blackouts de radiocomunicação, principalmente nas regiões polares. Tempestades menores muitas vezes seguem as rajadas de classe M.
Por fim existem as rajadas de Classe C, fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra
(Lá do Apolo 11)

terça-feira, 22 de junho de 2010

Telescópio usa maior câmera digital do mundo para detectar asteroides

0 comentários
Aparelho possui 1,4 milhão de megapixels. Objetivo da pesquisa é encontrar 100 mil objetos no espaço.
 
Objetivo do telescópio é encontrar 100 mil asteróides que 
podem ameaçar a vida na Terra.
Objetivo do telescópio é encontrar 100 mil
asteróides que podem ameaçar a vida na Terra.
(Foto: Divulgação)
Para procurar por asteroides que apresentam possibilidade de se chocar com a Terra em um futuro próximo, um telescópio no Havaí está utilizando a maior câmera fotográfica digital do mundo, com 1,4 milhão de megapixels.
O aparelho está programado para tirar fotos do espaço automaticamente e, com esta resolução, permite que os cientistas vasculhem o espaço por objetos que podem ameaçar a vida no planeta. É 1,4 bilhão de pixels por imagem feita pela câmera. Nos próximos três anos, o telescópio fará 500 fotos e mapeará 75% do céu. O objetivo é encontrar 100 mil asteroides.
O telescópio está localizado no topo do vulcão Haleakala, em Maui, no Havaí, tem um espelho de 60 centímetros, pequeno se comparado ao de 10 metros do Observatório de Keck, também no Havaí.

Hubble faz uma das fotos mais detalhadas de berçário de estrelas

0 comentários
Telescópio espacial registrou N11, uma complexa rede de nuvens de gás. Nasa também divulgou nova foto do retorno da sonda Hayabusa à Terra.
 
N11 fica na Grande Nuvem de Magalhães, vizinha da Via-Láctea
N11 fica na Grande Nuvem de Magalhães, vizinha da Via-Láctea (Foto: Jesús Maíz Apellániz (Instituto de Astrofísica de Andalucía) / Nasa / ESA)

Nova foto do telescópio espacial Hubble, mantido pela Nasa e pela ESA, a agência espacial europeia, traz uma das mais detalhadas imagens já obtidas de uma região de formação de estrelas – no caso, N11, parte de uma complexa rede de nuvens de poeira e agrupamentos estelares que fica na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia-satélite próxima da Via-Láctea.
A Nasa também divulgou nesta terça-feira (22) uma nova foto da reentrada da sonda japonesa Hayabusa, no domingo (13), de volta ao lar depois de uma missão que durou 7 anos e trouxe uma amostra do asteroide Itokawa, "sequestrado" há 5 anos.
Kingoonya, Austrália - passagem da Hayabusa foi visível ao 
olho humano por apenas 15 segundos
Kingoonya, Austrália - passagem da Hayabusa foi visível ao olho humano por apenas 15 segundos (Foto: Ed Schilling / Nasa)
A Hayabusa em si, com seus 510 quilos, espatifou-se como um cometa artificial em uma região inóspita da Austrália. Mas a cápsula se desprendeu da nave-mãe e chegou inteira com o valioso fragmento do Itokawa.
 

sábado, 19 de junho de 2010

Veleiro espacial é fotografado por minicâmera

0 comentários
Veleiro espacial é fotografado por minicâmera
Os cientistas esperam que a nave seja impulsionada pela reflexão da luz solar, ou seja, pela energia fornecida pelo choque dos fótons vindos do Sol contra o finíssimo material da vela, que é uma espécie de espelho refletor. [Imagem: JAXA]



Veleiro espacial
A agência espacial japonesa (JAXA) divulgou as primeiras imagens do seu veleiro solar Ikaros depois que a enorme vela quadrada foi totalmente liberada.
As imagens foram feitas pela primeira de duas câmeras a bordo da nave. A câmera separou-se da nave experimental e fez imagens em sequência à medida que se distanciava.
A sonda experimental Ikaros foi lançada no último dia 21 de maio de 2010, a partir do Centro Espacial Tanegashima.
Ikaros, que é uma homenagem ao personagem mitológico cujas asas derreteram-se quando ele voou perto demais do Sol, é também um acrônimo para Interplanetary Kite-craft Accelerated by Radiation Of the Sun - algo como nave interplanetária "tipo pipa" acelerada pela radiação do Sol.
[Continue Lendo...]

Astrônomos descobrem objeto gelado nos confins do Sistema Solar

0 comentários
Cinturão de Kuiper
Um grupo de astrônomos de vários países disse ter observado, pela primeira vez, um objeto gelado em uma órbita além de Netuno, nos confins do Sistema Solar.
O objeto é conhecido como KBO 55636 (sigla para Kuiper Belt Object, Objeto do Cinturão de Kuiper) porque habita a região chamada Cinturão de Kuiper, onde estão agrupados milhares de objetos remanescentes do período em que se formou o Sistema Solar.
Os astrônomos sabiam da existência do KBO 55636 há vários anos, mas só puderam vê-lo porque ele passou na frente de uma estrela brilhante e refletiu sua luz.
Liderados pelos Estados Unidos, cientistas de 18 observatórios espaciais em vários pontos do planeta participaram da busca. Eles descrevem suas observações na revista científica Nature.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sonda espacial volta à Terra trazendo amostra de asteroide

0 comentários
A JAXA, agência espacial japonesa, recuperou com sucesso a cápsula de retorno da sonda espacial Hayabusa, a primeira a coletar uma amostra de um asteroide e trazê-la de volta à Terra.
A sonda espacial e a cápsula trazendo a amostra reentraram na atmosfera neste domingo (13), caindo em uma área desértica da Austrália.
Reentrada filmada
Todo o processo de reentrada foi acompanhado por uma equipe internacional de cientistas, com contou com a colaboração da NASA.
Usando câmeras especiais a bordo de um avião da agência espacial norte-americana, foi possível filmar a chegada da sonda espacial, que retornou depois de uma viagem de sete anos.
A própria sonda Hayabusa foi destruída na reentrada. Antes disso, porém, a cápsula com a amostra do asteroide Itokawa separou-se da sonda. Ambas reentraram na atmosfera a uma distância de cerca de dois quilômetros uma da outra.
[Continue Lendo...]

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Telescópio robótico vai procurar cometas e exoplanetas

0 comentários
Começou a funcionar no Chile um novo telescópio robótico que ficará varrendo os céus constantemente em busca de exoplanetas e cometas.
O TRAPPIST é um telescópio robótico muito leve, com apenas 60 centímetros
O TRAPPIST (TRAnsiting Planets and PlanetesImals Small Telescope) pertence ao Observatório Europeu do Sul (ESO) e está instalado em La Silla, no Chile.
A sigla complicada, e um tanto forçada, para dar ao telescópio o nome de TRAPPIST, pretende enfatizar a origem belga do projeto. As cervejas trapistas são famosas em todo o mundo e a maioria delas são belgas.
Astrobiologia
O telescópio TRAPPIST vai se dedicar ao estudo de sistemas planetários de dois modos diferentes: detecção e caracterização de planetas situados fora do Sistema Solar (exoplanetas) e estudo de cometas que orbitam o Sol.
O telescópio de 60 cm é operado a partir de uma sala de controle em Liège, na Bélgica, ou seja, a cerca de 12.000 km de distância.
"Os dois ramos do projeto TRAPPIST são partes importantes de uma área de investigação interdisciplinar emergente - a astrobiologia - cujo objetivo é o estudo da origem e distribuição de vida no Universo," explica Michaël Gillon, responsável pelos estudos exoplanetários.
"Os planetas terrestres semelhantes à nossa Terra são alvos óbvios para a busca de vida fora do Sistema Solar, enquanto o estudo dos cometas se torna importante uma vez que se acredita que estes objetos desempenharam um papel importante no aparecimento e no desenvolvimento de vida no nosso planeta," diz colega Emmanuël Jehin, líder da parte cometária do projeto.
Exoplanetas
O TRAPPIST detectará e caracterizará exoplanetas por meio de medições de alta precisão de "diminuições de brilho", as quais podem ser causadas por "trânsitos" dos exoplanetas - a passagem do planeta em frente à sua estrela, do ponto de vista da Terra.
Durante um trânsito, a brilho estelar observado diminui ligeiramente, uma vez que o planeta bloqueia parte da radiação emitida pela estrela. Quanto maior for o planeta, mais radiação será bloqueada e consequentemente o brilho da estrela diminuirá de maior quantidade.
"O Observatório de La Silla, situado nos limites do Deserto de Atacama, é claramente um dos melhores locais de observação a nível mundial," diz Gillon. "E uma vez que alberga já dois instrumentos excelentes na detecção de exoplanetas, não poderíamos ter encontrado melhor sítio para instalar o nosso telescópio robótico."
[Continue Lendo...]

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Nasa descobre possiblidade de vida em lua de Saturno

1 comentários
Baseados em dois estudos da missão Cassini, que pesquisa a órbita de Saturno, cientistas da Nasa acreditam ter descoberto evidências de que espécies primitivas de seres vivos poderiam estar morando em uma das luas do planeta. Isso porque a missão analisou a composição química na superfício da Titan, a única lua de Saturno com uma atmosfera densa, segundo especialistas.

A conclusão partiu do questionamento sobre a variação na quantidade de hidrogênio e acetileno em Titan, que poderiam estar sendo consumidos por organismos vivos. Um dos estudos mostrou que moléculas de hidrogênio da atmosfera da lua estavam sumindo quando chegavam à superfície.

Outra pesquisa mapeou os focos de hidrocarbonetos na região e descobriu "buracos" na quantidade de acetileno. Segundo os cientistas, as substâncias serviriam de alimento.

De acordo com os pesquisadores, se a hipótese for confirmada, ela representaria uma segunda forma de vida no universo, independente da ingestão de água, como é na Terra. A partir de análises de lagos observados na lua de Saturno, os cientistas concluíram que pelo menos um deles contém hidrocarboneto na forma líquida. O resultado tornaria Titan o único local no sistema solar, além da Terra, a ter líquido em sua superfície, dizem os pesquisadores.

Fonte: G1

terça-feira, 1 de junho de 2010

Mistério: o sumiço temporário de faixas marrons de Júpiter

1 comentários
Dizem que usar roupas com listras emagrece. Uma reportagem de um jornal inglês mostrou que modelos usando roupas com listras horizontais pareciam mais magras quando vistas por outras pessoas. Se for isso mesmo, Júpiter parece que ganhou umas toneladas a mais.
A atmosfera de Júpiter é composta basicamente por hidrogênio e hélio, mas também por traços de água, amônia e metano. A velocidade dos ventos supera facilmente os 500 km/h, o que deixa o ambiente bem turbulento. Basta notar os incontáveis vórtices e manchas salpicados na “superfície”. A principal mancha, a Grande Mancha Vermelha, é uma tempestade que já dura mais de 400 anos e não dá sinais de enfraquecer. Aliás, pelo contrário: como eu já descrevi aqui no blog, ela parece estar ficando cada vez mais intensa.
jupiter_595Outro aspecto marcante de Júpiter e sua atmosfera é a coloração das nuvens, basicamente alternando faixas mais claras, quase brancas (chamadas de zonas) e faixas mais escuras e marrons (chamadas de cinturões). As diferenças entre as cores são decorrentes das diferentes composições químicas e as reações que ocorrem na atmosfera. Agora duas das faixas marrons simplesmente sumiram!
Desde o ano passado já se notava que duas faixas marrons conhecidas como Cinturão Equatorial Sul (SEB, em inglês) estavam sumindo. Agora em maio elas desapareceram de vez. Esse tipo de desaparecimento já foi observado antes em várias ocasiões, mas até agora não há explicações para o fenômeno. Em geral, dura dois anos, mas não ocorre em intervalos regulares.
Uma hipótese para esse sumiço misterioso é que na verdade a SEB esta lá, mas escondida abaixo de nuvens de gelo de amônia, que são mais claras. A questão é saber o que causou o aparecimento dessas nuvens em escala planetária. Uma explicação leva em conta as mudanças na direção dos ventos que trouxeram material rico em amônia sobre a SEB. Ainda assim, por que o material somente se acumulou sobre essas duas faixas ao sul?
Enquanto teorias são formuladas e debatidas, podemos ver como ficou Júpiter sem esse cinturão sul. Por exemplo, a Grande Mancha Vermelha ficou isolada. Normalmente essas faixas são bem fáceis de se observar, mesmo em pequenos telescópios. Espera-se que elas reapareçam em um grande retorno.
Nas outras ocasiões em que a SEB desapareceu, sua volta foi marcante. De início uma pequena mancha apareceu em Júpiter. Em seguida, uma série de tempestades violentas, com vórtices pronunciados, se espalharam por toda a região sul. Esse reaparecimento é esperado para qualquer momento nos próximos dois anos. Será um espetáculo acessível para qualquer telescópio de pequeno porte.
(Do Observatório G1)

Astrônomos descobrem origem das nuvens de hidrogênio na Via Láctea

0 comentários
Concepção artística mostra as regiões da Via Láctea estudadas pelos astrônomos, com as nuvens de hidrogênio mais abundantes localizadas onde a barra central da galáxia funde-se com um braço espiral. O ponto brilhante, embaixo ao centro, mostra a localização do Sistema Solar.[Imagem: Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF]
Nuvens de hidrogênio
A descoberta de que as nuvens de hidrogênio, encontradas em abundância no interior e acima da nossa Via Láctea, encontram-se em pontos bem específicos, deu aos astrônomos uma pista fundamental sobre a origem dessas nuvens, até agora desconhecida.
Eles estudaram agrupamentos de nuvens de hidrogênio situados a 400 e a 15.000 anos-luz fora do plano em formato de disco da Via Láctea. O disco contém a maioria das estrelas dos gases da galáxia, e é circundado por um halo de gás mais distante do que as nuvens que os astrônomos agora estudaram.
O que torna as nuvens intrigantes é justamente o fato de estarem a meio caminho entre o corpo principal da galáxia e o halo que a envolve.
As nuvens consistem de hidrogênio neutro, com uma massa média equivalente a cerca de 700 sóis. Seus tamanhos variam muito, mas a maioria têm cerca de 200 anos-luz de diâmetro. Os astrônomos estudaram cerca de 650 dessas nuvens nas duas regiões.
Evolução das galáxias
Quando os astrônomos compararam as observações das duas regiões, eles viram que uma região continha três vezes mais nuvens de hidrogênio do que a outra. Além disso, as nuvens da região mais densa estão, em média, duas vezes mais distantes do plano da galáxia.
A diferença dramática, acreditam eles, deve-se ao fato de a região com mais nuvens estar próxima da "barra" central da galáxia, onde a barra se funde com um grande braço espiral.
Esta é uma área de intensa formação de estrelas, contendo muitas estrelas jovens cujos ventos fortes podem impulsionar o gás para longe da região.
"Nós concluímos que essas nuvens são formadas por gases que foram ejetados do plano da galáxia por explosões de supernovas e pelos violentos ventos emanados de estrelas jovens em áreas de intensa formação de estrelas," propõe Alyson Ford, da Universidade de Michigan, que chegou a esta conclusão com a colaboração dos seus colegas Felix Lockman e Naomi McLure-Griffiths.
"As propriedades dessas nuvens mostram claramente que elas se originaram como uma parte do disco da Via Láctea, e são um importante componente da nossa Galáxia. Entendê-las é importante para compreender como o material se move entre o disco da galáxia e o seu halo, um processo crítico na evolução das galáxias," disse Lockman.
 

Quanticalizando Copyright © 2011 | Template created by O Pregador | Powered by Blogger