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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Superfóton: criada uma nova forma de luz

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Físicos da Universidade de Bonn, na Alemanha, criaram uma forma totalmente nova de luz, algo que, até recentemente, era apontado pelos cientistas como sendo algo impossível de realizar.
Embora as implicações da realização ainda não tenham sido totalmente exploradas, a técnica poderá ser utilizada para criar fontes de luz parecidas com o laser que operam na faixa dos raios X - um laser de raios X.
Condensado de Bose-Einstein de fótons
Quem acompanha as pesquisas na fronteira da física, sobretudo na computação quântica, já está acostumado com termos como condensado de Bose-Einstein e átomos artificiais.Superfóton revela forma totalmente nova de luz
Para criar os átomos artificiais, os físicos aglomeram e resfriam átomos de rubídio até próximo do zero absoluto. Ao serem concentrados em número suficiente em um espaço suficientemente pequeno, o aglomerado de átomos passa a se comportar como se fosse um átomo único - uma superpartícula, ou um átomo artificial.
O que os cientistas fizeram agora foi um condensado de Bose-Einstein formado por fótons.
A maioria dos físicos afirmava que fazer um condensado de Bose-Einstein de fótons era impossível porque, ao serem resfriados, os fótons simplesmente desaparecem. Até então, parecia ser impossível concentrar e resfriar a luz ao mesmo tempo.
Mas os cientistas alemães derrubaram mais essa impossibilidade usando dois espelhos para aglomerar os fótons e uma camada de moléculas que "engolem" e "cospem" os fótons para resfriá-los.
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Grafeno que rendeu Nobel ganha nova técnica de fabricação

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Usando a nova técnica de crescimento dirigido por um modelo,
 os pesquisadores fabricaram um conjunto
de 10.000 transistores de grafeno. [Imagem: Walt de Heer]

Apenas dois dias depois de ter rendido o Prêmio Nobel de Física de 2010 aos seus criadores, o grafeno voltou a ser notícia.
Desta vez, um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, desenvolveu uma nova técnica para fabricar dispositivos eletrônicos inteiramente de grafeno.
Fabricação do grafeno
Embora o grafeno seja um material extremamente promissor, fabricar folhas de carbono com apenas um átomo de espessura impõe desafios tecnológicos nada desprezíveis.
A nova técnica usa moldes - na verdade uma espécie de estêncil - para que as folhas de grafeno cresçam já no formato do componente que se deseja fabricar.
Os modelos orientam o crescimento das estruturas de grafeno, permitindo a formação de nanofitas de larguras específicas, sem a utilização de feixes de elétrons ou outras técnicas destrutivas de corte.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Material mais magnetico do mundo foi criado, afirmam físicos

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No cristal de Fe16N2, cada átomo de nitrogênio fica no centro de um aglomerado de seis átomos de ferro, com dois outros átomos de ferro unindo os diversos aglomerados. [Imagem: Jian-Ping Wang]


Limites do magnetismo

A teoria afirma que a intensidade do magnetismo de um material tem limites, o que provavelmente está correto. Mas o que está sob suspeita é onde esse limite se encontra.

A equipe do Dr. Jian-Ping Wang, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, sintetizou um material que é 18% mais magnético do que se acreditava possível.

O super ímã é formado por oito partes de ferro e uma parte de nitrogênio, um cristal não muito estável, cuja fórmula é Fe16N2.

Origem do magnetismo

Segundo reportagem da revista Science, a chave para o supermagnetismo está na estrutura extremamente complicada do cristal de Fe16N2.

O magnetismo de um material decorre do giro dos seus elétrons. Cada elétron funciona como um minúsculo magneto, com um campo magnético alinhado com o eixo do seu spin - quanto mais elétrons giram na mesma direção, maior se torna o magnetismo do material.

No cristal de Fe16N2, cada átomo de nitrogênio fica no centro de um aglomerado de seis átomos de ferro, com dois outros átomos de ferro unindo os diversos aglomerados.

Os elétrons que fluem entre os aglomerados comportam-se como os elétrons do ferro comum. Mas os elétrons dos átomos que circundam o átomo de nitrogênio tendem a ficar "travados" no lugar.

Como resultado, garante Wang, esses átomos contribuem para o magnetismo total do material de forma mais intensa do que os átomos individuais, aumentando a intensidade desse magnetismo.

Super ímã

Apesar dos resultados excepcionais, outros pesquisadores estão vendo os resultados com cautela, porque esse mesmo material já havia sido anunciado como um "super ímã" antes.

Um experimento anunciado por pesquisadores da empresa Hitachi contrariou essas observações - mas ninguém conseguiu repetir o experimento, e o assunto continua controverso até hoje.

O grande problema reside justamente na dificuldade de fabricar cristais de Fe16N2, que é metaestável e tende a se "quebrar" em outras estruturas cristalinas.

A equipe de Wang, no entanto, argumenta que vem aprimorando as técnicas há anos e que agora é capaz de crescer amostras de Fe16N2 estáveis.

Se esses novos ímãs puderem ser produzidos comercialmente, poderá ser possível, por exemplo, fabricar cabeças de leitura de discos rígidos menores e mais eficientes, permitindo colocar mais dados na mesma área e dando novo impulso ao crescimento da capacidade de armazenamento magnético.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Cientistas fazem mapa da gravidade da Terra

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Variações na gravidade
Imagem: Reprodução
Cientistas criaram um mapa da força da gravidade na superfície terrestre, mostrando as diferentes influências desta força física ao redor do planeta.
O modelo, conhecido como geoide, define onde estão os níveis da gravidade na superfície terrestre em relação a uma média, indicando onde ela é mais forte ou mais fraca.
Os cientistas afirmam que os dados podem ser usados em inúmeras aplicações, entre elas nos estudos de mudança climática, para ajudar a entender como a grande massa de oceanos movimenta o calor ao redor da Terra.
Embora comumente estabelecida em 9,8 metros por segundo (m/s) a gravidade terrestre na verdade varia entre 9,78 m/s no equador, até 9,83 m/s nos pólos.
Mapa da gravidade terrestre
O mapa da gravidade foi desenhado a partir de medições precisas realizadas pela sonda espacial Goce, sigla formada a partir das iniciais da sonda exploradora de campo gravitacional e equilíbrio estacionário.
A sonda Goce circula na órbita terrestre a uma altitude de pouco mais de 250 km da superfície - a órbita mais baixa de um satélite de pesquisa em operação. Com um desenho futurístico, ela é também uma das mais belas sondas espaciais já lançadas.
[Continue Lendo No Inovação Tecnológica]

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Elétrons super pesados revelam ordem escondida em cristal

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Cientistas capturaram imagens inéditas de elétrons que parecem ter uma massa extraordinariamente elevada sob certas condições extremas no interior de um cristal.
Empregando um microscópio projetado para fotografar a organização e as interações de elétrons no interior de cristais, a técnica revela a origem de uma transição de fase eletrônica absolutamente incomum.
O estudo abre as portas para pesquisas das propriedades e funções dos chamados férmions pesados, com implicações diretas tanto sobre o fenômeno da supercondutividade quanto sobre o magnetismo.
Férmions pesados
"Os físicos têm-se interessado pelo 'problema' dos férmions pesados - por que esses elétrons agem como se fossem centenas ou milhares de vezes mais maciços sob certas condições - por trinta ou quarenta anos," disse o coordenador do estudo, Séamus Davis, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos.
O entendimento do comportamento dos férmions pesados pode levar à concepção de novos materiais para os supercondutores de alta temperatura, materiais que conduzem eletricidade sem perda de energia. Os supercondutores atualmente conhecidos somente funcionam em temperaturas criogênicas.
O estudo foi feito com um material composto de urânio, rutênio e silício (URu2Si2).
Este material tem sido objeto de um mistério científico desde que ele foi sintetizado por Graeme Lucas, há 25 anos. Os efeitos dos férmions pesados começam a aparecer no material quando ele é resfriado abaixo de 55 Kelvin (-218 ° C). E uma transição de fase eletrônica ainda mais rara ocorre abaixo dos 17,5 K.
Ordem escondida
Os cientistas atribuíam essa transição de fase de baixa temperatura a alguma forma de "ordem escondida." Eles não conseguiam distinguir se ela estava relacionada com o comportamento coletivo dos elétrons atuando como uma onda, ou com interações dos elétrons individuais com os átomos de urânio.
Agora, os pesquisadores usaram uma técnica concebida para visualizar o comportamento dos elétrons conforme eles passam pela misteriosa transição de fase.
A técnica, chamada imageamento espectroscópico por microscopia de tunelamento, mede o comprimento de onda dos elétrons na superfície do material em relação à sua energia.
"Imagine-se voando sobre um mar onde ondas estacionárias estão se movendo para cima e para baixo, mas não se propagam em direção à praia," diz Davis. "Quando você passar pelos pontos altos, você pode tocar a água; sobre os pontos baixos, você não pode. Isso é semelhante ao que o nosso microscópio faz. Ele 'vê' quantos elétrons podem saltar para a ponta da nossa sonda em cada ponto da superfície."
Partindo do comprimento de onda e das medições de energia, os cientistas podem calcular a massa efetiva do elétron.
Átomos de urânio
"Esta técnica revela que estamos lidando com elétrons muito pesados - ou elétrons que agem como se fossem extremamente pesados, porque eles são de algum modo retardados," explica Davis.
A detecção das características dos elétrons pesados abaixo da segunda temperatura de transição fornece uma prova experimental direta de que os elétrons estão interagindo com os átomos de urânio, e não agindo como uma onda. É essa interação que retarda os elétrons.
No caso do material à base de urânio, a desaceleração dos elétrons dura apenas uma pequena fração de segundo em cada átomo de urânio. Mas como a energia cinética e a massa são matematicamente relacionadas, a desaceleração faz parecer que os elétrons são mais maciços do que um elétron livre.
"Os férmions pesados continuam sendo misteriosos em vários aspectos, e é nosso trabalho como cientistas tentar resolver o problema", disse Davis.
[Lá do Inovação Tecnológica]

Material artificial é mais preto do que o preto

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Além de servir para fazer mantos da invisibilidade e buracos negros artificiais, os metamateriais estão dando origem a um material "mais preto do que o preto".
Esse "novo preto", como os pesquisadores o apelidaram, é mais um exemplo de uma classe de substâncias artificiais cada vez mais promissoras, que apresentam propriedades ópticas não encontradas na natureza.
Teoria dos metamateriais
Os metamateriais consistem de um arranjo regular de minúsculos componentes, cada um menor do que o comprimento das ondas de luz que interagem com eles.
É essa estrutura interna que lhes dá propriedades de certa forma estranhas - como curvar a luz para o "lado errado".
A característica básica do novo metamaterial é que ele absorve virtualmente toda a luz que incide sobre ele.
Evgenii Narimanov, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, ganhou fama há alguns anos ao descobrir uma nova forma de criptografia que esconde a própria mensagem.
Agora, ao lidar com a estrutura teórica dos metamateriais, ele notou ser possível projetar um material artificial com a estrutura interna adequada para absorver virtualmente toda a radiação eletromagnética dentro de uma certa faixa de frequências.
Um objeto construído com esse material, previu ele, seria perfeitamente preto, porque os objetos pretos tradicionais sempre refletem um pouco de luz.
[Continue Lendo no Inovação Tecnologia]

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Físicos explicam aerodinâmica da Jabulani, a bola da Copa

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Aerodinâmica da Jabulani
Dois físicos da Universidade de Adelaide, na Austrália, especializados em aerodinâmica, fizeram uma palestra nesta quarta-feira, explicando porque a bola da Copa do Mundo da África Sul tem diferenças reais em relação às suas antecessoras.
Segundo Derek Leinweber e Adrian Kiratidis, que já estudaram a aerodinâmica de bolas de futebol, golfe, críquete e vários outros esportes, as manifestações dos jogadores sobre a Jabulani têm razões bem mais profundas do que simplesmente agradar este ou aquele patrocinador.
Bola rápida e imprevisível
A nova bola é de fato mais rápida, faz curvas de forma imprevisível e é sentida como sendo mais dura no impacto. Os físicos afirmam que a maior dificuldade em lidar com a Jabulani deverá ser sentida pelos goleiros.
"Embora a Fifa tenha normas rígidas sobre o tamanho e o peso das bolas, eles não dispõem de regulamentação sobre a superfície externa das bolas.
"A Jabulani tem uma textura com pequenos sulcos e 'aero ranhuras', e representa uma ruptura radical com a bola Teamgeist ultra-suave, que foi utilizada na última Copa do Mundo," disse o professor Leinweber.
Diferenças da Jabulani
"A Teamgeist foi uma grande tacada na última Copa do Mundo. Como ela era muito lisa - muito mais lisa do que uma bola de futebol comum - ela tinha uma tendência a seguir uma trajetória mais curva do que a bola convencional, e a cair mais repentinamente no fim da sua trajetória.
"Em comparação, os sulcos aerodinâmicos na Jabulani têm tendência a criar uma turbulência em volta da bola suficiente para sustentar seu voo por uma distância maior, e é uma bola mais rápida, mais dura no jogo.
"A expectativa é que a Jabulani faça mais curvas do que qualquer bola encontrada anteriormente. Os jogadores também estão descobrindo novas oportunidades para lançar a bola de maneira errática, para desespero dos melhores goleiros do mundo. Ao atingir o goleiro, a Jabulani terá desviado e mergulhado, chegando com mais força e energia do que a Teamgeist," conclui o físico.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Adentrando um Átomo

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Isso mesmo que você leu, o Nanoreisen(Site em Inglês) é um site super interessante, ele te guia numa viagem para dentro de um átomo, até as particulas elementares, onde o tamanho chega à ser 10^-15 (Dez elevado à menos Quinze) de um centímetro, medidas suuuper pequenas.
Você escole um dos objetos no início, e ele vai dando um 'zoom' até a escala atômica. Eu escolhi o Notebook, daí foi pro processador, os nanotransistores, daí em diante, até os Quarks (Down e Up), Glúons e etc.
Vale a pena entrar, principalmente se você é professor e da aula de física.
Vale lembrar, que existe uma apresentação em Flash no blog Naftalina Tech! onde mostra a escala do universo, desde o que há de menor ao que há de maior no universo, vale a pena ver!

Veja um print que fiz:

Cientistas criam buraco negro artificial

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Pesquisadores chineses construíram uma espécie de "buraco negro artificial", um dispositivo capaz de absorver as ondas eletromagnéticas na frequência das micro-ondas.
O dispositivo abre uma nova linha de pesquisas que poderá levar à criação de formas avançadas de varredura e captação de ondas eletromagnéticas, assim como de proteção de áreas determinadas contra essas ondas.
Absorvedor eletromagnético omnidirecional
O dispositivo consiste em um cilindro contendo 60 anéis concêntricos de metamateriais, materiais artificiais que adquirem propriedades não encontradas em materiais naturais.
Cientistas criam buraco negro artificial
A energia das ondas eletromagnéticas absorvidas é convertida em calor com uma taxa de eficiência de 99%. Por isso, o dispositivo se comporta como um "corpo negro eletromagnético", ou "buraco negro eletromagnético".[Imagem: IOP]
Por ser capaz de absorver a radiação eletromagnética à sua volta - na faixa das micro-ondas - os cientistas o comparam a um buraco negro astrofísico, que, no mundo real, absorve tanto matéria quanto luz.
Oficialmente, Qiang Cheng e Tie Jun Cui, da Universidade de Nanjing, chamam seu dispositivo de absorção de "absorvedor eletromagnético omnidirecional".
Metamateriais
Eles projetaram e construíram seu absorvedor usando 60 tiras de placa de circuito impresso dispostas em camadas concêntricas e revestidas com cobre.
Cada camada é impressa com padrões alternados, que entram ou não em ressonância com as ondas eletromagnéticas.
A estrutura passa assim a apresentar um comportamento característico, classificando-se na classe dos metamateriais.
Metamateriais são materiais artificiais como esses, capazes, por exemplo, de curvar a luz para o lado errado, que estão por trás dos experimentos de invisibilidade.
Buraco negro artificial
Cientistas criam buraco negro artificial
Cada camada é impressa com padrões alternados, que entram ou não em ressonância com as ondas eletromagnéticas. [Imagem: IOP]
 
O dispositivo é capaz de capturar e absorver as ondas eletromagnéticas provenientes de todas as direções, fazendo a radiação espiralar para o seu interior.
A energia das ondas eletromagnéticas absorvidas é convertida em calor com uma taxa de eficiência de 99%. Por isso, o dispositivo se comporta como um "corpo negro eletromagnético", ou "buraco negro eletromagnético".
No momento, o buraco negro artificial só funciona com micro-ondas, mas os pesquisadores estão planejando desenvolver a seguir um buraco negro para a luz visível.
Antenas e blindagem
Os resultados da pesquisa podem encontrar aplicações em micro-ondas, tanto em antenas quanto em dispositivos de blindagem contra ondas eletromagnéticas.
Segundo os cientistas, "A boa concordância entre os resultados teóricos e os resultados experimentais mostrou a excelente capacidade dos metamateriais como candidatos para a construção de dispositivos de absorção artificial omnidirecionais."
"Como o núcleo dissipativo pode converter energia eletromagnética em energia térmica, esperamos que o dispositivo proposto possa encontrar aplicações importantes em emissores térmicos e captura de ondas eletromagnéticas," concluem eles.
(Fonte: Inovação Tecnológica)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Neutrino camaleão abre caminho para uma nova física

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Neutrino camaleão abre caminho para uma nova física
O gigantesco detector Opera, formado por 150.000 pequenos "tijolos" de uma emulsão nuclear, separados por folhas de chumbo. Dispostos em paredes paralelas, são esses tijolos que detectam os neutrinos. [Imagem: Opera]
 



Cientistas do experimento Opera, localizado no laboratório Gran Sasso, na Itália, fizeram a primeira observação direta de uma partícula tau em um feixe de neutrinos do múon - isto significa que a partícula "oscilou", isto é, mudou de um tipo para outro.
Encontrar o tau do múon representa ter achado a peça que faltava em um quebra-cabeças que tem desafiado a ciência desde 1960.
O feixe de neutrinos foi enviado através da terra do CERN, onde está situado também o LHC, a 730 km de distância do detector.
Neutrinos
Neutrinos são partículas subatômicas com uma massa tão pequena que um deles é capaz de atravessar um cubo de chumbo sólido, com 1 ano-luz de aresta, sem se chocar com a matéria. Calcula-se que 50 trilhões de neutrinos atravessam o nosso corpo diariamente.
Existem três tipos de neutrinos: neutrino do elétron, neutrino do múon e neutrino do tau.
O quebra-cabeças dos neutrinos começou com uma experiência pioneira, realizada na década de 1960, que acabou rendendo o Prêmio Nobel de Física a Ray Davies.
Davies observou que os neutrinos vindos do Sol chegavam à Terra em um número muito menor do que os modelos teóricos previam: ele concluiu que, ou os modelos solares estavam errados ou algo estava acontecendo com os neutrinos em seu caminho.
Oscilação dos neutrinos
Uma possível solução para o enigma foi dada em 1969 por Bruno Pontecorvo e Vladimir Gribov, que sugeriram que mudanças oscilatórias, que eles chamaram de "mudanças camaleônicas", poderiam fazer com que os neutrinos transmutassem de um tipo para outro. Seria por isso que os neutrinos esperados não eram detectados em número suficiente.
Desde então, diversos experimentos observaram o desaparecimento dos neutrinos do múon, confirmando a hipótese da oscilação, mas até agora nunca havia sido observado o aparecimento de um neutrino do tau a partir de um feixe puro de neutrinos do múon.
Agora, pela primeira vez, os cientistas capturaram o neutrino camaleão conforme ele mudou de um neutrino do múon para um neutrino do tau.
"Estamos confiantes de que este primeiro evento será seguido de outros, que irão demonstrar plenamente a oscilação dos neutrinos," disse Antonio Ereditato, da colaboração Opera.
(Continue Lendo no Inovação Tecnológica)

Exposição 'Energia Nuclear' na Casa da Ciência, da UFRJ

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Exposição no Rio de Janeiro revela benefícios e perigos da energia nuclear. O objetivo é familiarizar, principalmente os estudantes, ao tema.

Sem tabu
Salão da exposição. Em primeiro plano, tabela periódica interativa. Projetada no chão, imagem dos quatro elementos da natureza (foto: Divulgação).
Energia nuclear faz parte da ementa de todo professor de ciências da educação básica. É preciso ensinar, por mais que se relute. Com uma peculiaridade: é bem capaz de o aluno já ter ouvido falar sobre o tema por outras vias. Seja em outras matérias, como história, por exemplo, seja na televisão, por amigos ou pelos pais. A energia nuclear faz parte do nosso imaginário e, em geral, é associada a fatos terríveis. Os mais notórios: as bombas atômicas jogadas no Japão na 2ª Guerra e o acidente na usina nuclear de Chernobil, em 1987. É difícil falar de energia nuclear.
"A exposição não é feita para cientistas. E sim para o público"
Por isso, a exposição Energia nuclear, promovida pela Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), chega em bom momento. Com quatro anos de planejamento e um de execução, o evento começou no final de março e segue até o final de junho. A proposta: colocar os pingos nos is; ou seja, discutir abertamente os benefícios e – também – os riscos da energia nuclear.
– A exposição não é feita para cientistas. E sim para o público. Queremos discutir abertamente essa questão. Mostrar que a energia nuclear encontra-se em todos os lugares na Terra. E até em alimentos. Temos que conviver com isso – explica Adriana Vicente, coordenadora do núcleo de educação da Casa da Ciência e uma das responsáveis pela mostra.
O que Adriana tenta contar fica mais fácil de entender ao olhar. Na exposição, há grãos de feijão, areia, osso e uma máquina que mede a radioatividade de todos esses componentes naturais. Segundo a coordenadora, esse tipo de atividade atrai estudantes e adolescentes.
Sem tabu
Na seção acima, o visitante conhece a história dos acidentes causados pela energia nuclear. Entre eles, o da usina em Chernobil (foto: Divulgação).
Não à toa, a Casa da Ciência abriu visitas gratuitas de colégios. Alunos que participam de atividades lúdicas, como o pique atômico, em que a turma da escola faz as vezes de nêutrons e átomos. A ideia é simular uma reação em cadeia igual à que acontece na fissão nuclear.

Medicina e energia

Faz parte também da exposição imagens da guerra e explicação sobre o caso em Chernobil (e outros acidentes nucleares, como o de Goiânia). A preocupação é também separar as coisas: o que é ataque bélico e o que é acidente.
No Japão, era guerra. Em Chernobil, uma usina para fins pacíficos acabou causando a tragédia. Neste sentido, as usinas nucleares de Angra dos Reis (RJ) são bem exploradas. Réplicas de reatores e de máquinas de operação são recriadas. É possível, por exemplo, controlar o nível de energia liberada para abastecer uma cidade.
Réplicas de reatores são recriadas
– Os estudantes precisam saber que a energia nuclear está no nosso dia a dia, sempre. Precisam, inclusive, ter a escolha de optar por um alimento que não tenha sido irradiado – diz Adriana Vicente, que, aos 38 anos, é graduada em letras e tem mestrado em história da ciência.
Enquanto explica – com clara empolgação – cada parte da exposição, Adriana se mete embaixo de um aparato que emula uma máquina de ressonância magnética. É para mostrar, agora, o uso da energia nuclear na medicina. "O que pode matar, pode também te salvar", fala, com uma luz azul-divertida sobre a sua cabeça, a coordenadora.

Energia nuclear
Casa da Ciência da UFRJ
Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo (RJ)
26 de março a 27 de junho de 2010
Terça a sexta – das 9h às 20h
Sábado, domingo e feriados – das 10h às 20h
Fechado às segundas
Entrada gratuita

Aos professores que quiserem marcar visita
Tel: (21) 2542-7494 / 2598-3051
Indicação: alunos do 6º ano em diante

Todo professor, ao visitar a exposição, ganha revistas sobre o tema e uma apostila ensinando como aplicar a matéria em sala de aula

terça-feira, 1 de junho de 2010

Profecias e Física Quântica

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Muitas são as profecias que anunciam o final dos tempos. Os Maias, por exemplo, esse povo misterioso que viveu na península de Yucatan há 1.500 anos e desapareceu por volta de 830 d.C., deixou em seu calendário profecias aterrorizantes sobre o fim de um ciclo cósmico que se daria no ano 2012. As profecias bíblicas de Enock, Isaías e João, os manuscritos dos Essênios, as visões de Edgar Cayce no século XX, e até os nativos americanos previram cataclismas, guerras, fome, morte, terror, pestes e inundações para o início de nossa era.

Tudo isso parece que está realmente se concretizando em nossos tempos. Ainda assim, e contra todas as evidências, é preciso perguntar: será que devemos tomar ao pé da letra o que dizem as profecias? Há algo estranho e incompreensível na maioria delas. Paralelamente ao apocalipse, todas essas profecias fazem referência a um tempo de paz, harmonia e prosperidade logo em seguida às terríveis previsões apocalípticas.

Sempre ouvimos que depois da tempestade vem a bonança. Ou seja, primeiro o inferno da destruição, depois o paraíso. Mas, será mesmo esta, a ordem das coisas nas profecias? Apocalipse é uma palavra de origem grega que significa ‘revelar’ ou ‘manifestar’. Estariam os profetas se referindo a uma “manifestação” provável caso aquelas condições iniciais não fossem mudadas? Não estariam eles nos advertindo da necessidade de uma mudança de atitude e valores? Nesse caso, não podemos falar de um determinismo das profecias, e sim de uma advertência. Se tomarmos o significado da palavra, o apocalipse seria a “manifestação” de uma possível situação de calamidade baseada em determinadas condições. Se essas condições mudarem, o resultado também mudaria.

Por exemplo: vivemos atualmente o pesadelo do aquecimento global, causado por condições bastante conhecidas de uma economia que não respeita as leis da natureza. Se essas condições mudarem, o aquecimento também poderia ser controlado. No entanto, para essas condições mudarem é preciso primeiro mudar as consciências.

A ciência moderna afirma que é impossível determinar o futuro. Não existe determinismo. Existem sim, tendências. A física quântica explica que quando estabelecemos o movimento de algo, perdemos sua localização; se o localizamos, perdemos seu movimento. Ou seja, não podemos prever absolutamente nada. Esse princípio foi desenvolvido pelo físico Werner Heisenberg, e é conhecido como ‘princípio da Incerteza’. Deu origem à teoria segundo a qual tudo que temos são ‘possibilidades’.

O que estou tentando dizer é que talvez devêssemos fazer uma outra leitura dessas profecias com a chave da física quântica. Na antiguidade, os profetas não possuíam outra linguagem para expressar o ‘fator’ possibilidade senão falando em apocalipse, cataclismos, destruição. Foi preciso que chegássemos ao 3º milênio para que, com a ajuda da física quântica, pudéssemos compreender que o futuro é um produto da consciência focada no agora.

Quando os manuscritos do Mar Morto foram encontrados, em 1946, dentro das cavernas de Qumran, tivemos acesso a um conhecimento muito antigo de um povo chamado “essênio”, que vivia em paz pastoreando seus rebanhos pelas montanhas. Nesses manuscritos havia uma referência aos Anjos, que significavam as forças e as leis naturais que hoje conhecemos como eletricidade, magnetismo, elementos. Para os essênios, orar era conversar com os Anjos. Eles expressavam uma visão holística e unificada entre a Terra e o corpo humano. E afirmavam uma identidade entre todas as coisas existentes.

Em sua visão unificada, havia a compreensão de que, se o fio comum que liga nosso corpo à mãe Terra se romper, haverá morte, destruição e desconexão com as forças da natureza. Através de uma espécie de tecnologia espiritual, esse povo de grande sabedoria tinha consciência de que somos nós que criamos as condições que atraem as consequências futuras. E para manter essa conexão cósmica, praticavam uma tecnologia quase esquecida, que se chama ‘oração ativa’ – a união do pensamento, da emoção e do sentimento. Sua oração era uma certa conexão com as forças elementais e eletromagnéticas (os Anjos), espécie de visualização intensamente dramática daquilo que desejavam ver realizado.

Bem diferente de nossas preces petitórias de hoje, em que conclamamos que um poder superior e externo a nós venha em nosso auxílio, a oração dos essênios se baseava numa outra perspectiva. Primeiramente, era preciso criar a conexão com o Todo e a paz de espírito. Para fazer isto é necessário se envolver ativamente na oração. Transformar-se nela.

O efeito da oração ativa não deriva das palavras que são ditas; sua força são os sentimentos que elas evocam. O segredo da oração ativa está na união do pensamento com a emoção, a verdadeira energia que dá vida às palavras, para que desta união surja o sentimento de paz. Isto só acontece quando a prece se torna um agradecimento. A gratidão é o agradecimento por um desejo já realizado. Aqui está o grande mistério da oração: ela provoca uma mudança quântica. O futuro se faz presente. O desejo se vê realizado. A alma se pacifica porque ela está no agora, no âmago das forças angelicais da criação.

A versão aramaica original da conhecida frase “Pedi e recebereis”, é: “Tudo que pedirdes reta e diretamente (...) de dentro do meu Nome, vós o tereis. Até agora não o fizeste. Pedi sem motivo oculto e sereis rodeados pela resposta. Sede envolvidos pelo que desejais, para que vossa alegria seja completa (...)” (Neil Douglas-Klotz, Meditations on the Aramaic Words of Jesus). Aqui está claramente uma exortação ao envolvimento, à emoção, à união com o Todo no presente.

Portanto, a chave para uma outra leitura das profecias está no resgate de nosso poder de criar a realidade que desejamos. Se a oração individual é tão poderosa, capaz de ‘mover montanhas’, do que seria capaz a oração coletiva? Que forças poderiam ser mobilizadas se um grande número de pessoas descobrisse o poder da oração ativa? Pensamentos, emoções e sentimentos são vibrações. Por isso atuam na matéria. Esta é a verdadeira tecnologia espiritual. Esse é o poder da consciência que pode mudar as profecias.
[Texto original aqui: SomosTodosUm]

Mais extrapolações sobre a física quântica. Ocupando dois lugares no espaço

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átomos
A física quântica é a teoria mais discutida desde seu advento. No início de seu desenvolvimento grandes nomes da ciência amaram ou odiaram a mesma, em grande parte, pela sua característica probabilística.
Albert Einstein por exemplo, sempre acreditou no determinismo da ciência e tentou com experiências imaginárias refutar ao máximo a teoria quântica, suas cartas com Bohr marcam um período conhecido na ciência como as “correspondências Einstein-Bohr” onde estes dois grandes nomes da física discutiam a mecânica quântica. Albert chegou a dizer:
“Deus não joga dados com o universo”; Einstein, A.
O certo é que Einstein nunca conseguiu encontrar erros na teoria quântica e hoje acredita-se ser a melhor teoria para a natureza corpuscular.
Se extrapolarmos para dimensões clássicas a teoria passa a ser absurda como no exemplo dos gêmeos.
Como se não bastasse imagine você poder estar em dois lugares ao mesmo tempo, segundo a quântica é possível…
Dois físicos, David Wineland e Chris Monroe, fizeram em 1996 um experimento ao qual a probabilidade de se encontrar um átomo em dois pontos diferentes num mesmo instante era a mesma, ou seja, um único átomo ocupava duas posições no espaço num dado momento. Usaram um laser e checaram a teoria.
Imagine agora que isso seja possível na vida real, então provavelmente existe um outro “eu” num outro lugar de um outro planeta, então existe um universo paralelo à este?
Se existe e se é um anti-universo eu não sei, mas pode ser que com o desenvolvimento da ciência um dia saibamos...

Equilíbrio de corpos rígidos

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Objetivo:
Demonstrar experimentalmente as condições de equilíbrio.
Material:
* Dois garfos;
* cortiça;
* lápis
Procedimento:
equilíbrio
Esquema geral de montagem, imagem: Reprodução
Existem alguns brinquedos que não podem ser derrubados: empurrados de lado, endireitam-se por si mesmos. Um desses brinquedos está representado na figura acima. O segredo reside numa base pesada, que leva o centro de gravidade para a posição mais baixa possível.
Como fazer: Com dois garfos presos ma lateral da cortiça, equilibre a cortiça na ponta de um lápis. O centro de gravidade fica bem abaixo da cortiça, mantendo o conjunto estável.

Copo cheio de cabeça para baixo não derruba a água.

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Objetivo:
Demonstrar como podemos fazer um copo não entornar água mesmo de cabeça para baixo.
Material:
* copo;
* papel;
* água
Procedimento:
21Encha um copo com água até a borda e coloque sobre ele um pedaço de papel. de modo que o papel grude nas bordas do copo. Observe também que entre o papel e a água não fique nenhuma bolha de ar. Firme o papel com a palma da mão e vire o copo de boca para baixo com a mão segurando o papel. Retire, devagar, a mão debaixo do papel. A água contida no copo não cai. Por que o cartão permanece no lugar? Incline o copo para os lados e observe se a tampa continua presa.
(No lugar do papel você também pode usar uma carta de baralho, pedaço de radiografia ou outro material plano.)

Gêmeos, agradeçam não viver num mundo quântico.

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gêmeos
Provavelmente você já deve ter ouvido falar no princípio da incerteza de Heisenberg, se não, enuncio-o agora de uma maneira simples:
“Não se pode saber exatamente a posição e o estado de uma partícula num mesmo instante, se é conhecida sua posição nada se sabe sobre seu estado e vice-versa.”
Essa teoria só é válida na mecânica quântica, se extrapolarmos para o mundo real teríamos problemas interessantíssimos, como por exemplo a identificação de gêmeos…
Vamos hipoteticamente considerar o princípio da incerteza nas nossas vidas, isso é um perigo mas vamos, considere que numa tarde de domingo você encontre um gêmeo. Se o princípio da incerteza fosse válido na física clássica você não saberia qual dos gêmeos seria, daí você pergunta:
Quem é você?
Imediatamente quando o gêmeo começar a responder ele vai se desaparecendo até que ao terminar de dar suas informações tenha sumido. Seu anonimato passa a ser questão de sobrevivência!
Como se não bastasse imagina os pais dos gêmeos, se soubessem distinguí-los jamais saberiam seus paradeiros e sua localização, e quando vissem-nos aparentariam indigentes.
Felizmente podemos dizer que na física clássica cada partícula é distinguível sem que seu comportamento seja alterado, e dessa forma nós e os gêmeos vivemos felizes. 
[Fonte:FisicoMaluco]

Saiba mais sobre a história de 'Einstein'

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Albert Einstein (14/03/1879 - 18/04/1955), nasceu na cidade de Ulm, na Alemanha, filho de um comerciante judeu, Hermann Einstein e Pauline Koch, Einstein foi exemplo de gênio para a maioria, não foi lá daqueles estudantes 'perfeitos', tinha suas matérias preferidas e outras nem tanto, ele foi um grande pacifista e o maior físico que a humanidade já teve.
Einstein era curioso, fazia situações que ele mesmo chamava de 'Experiências Mentais', e tratava de desvendá-las, solucionando, assim, questões complicadas que envolviam o funcionamento do universo. Ele fazia várias perguntas sobre o funcionamento do mundo, algumas delas o acompanharam durante grande parte de sua vida e foram motivadoras para suas buscas científicas. Mesmo quando são questões muito difíceis de serem respondidas, elas revelam assuntos que o interessavam e o preocupavam.
(Continue Lendo...)
 

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