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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Com bactéria podemos viver até 140 anos

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Bacillus F, imagem: DailyMail
A bactéria descoberta por cientistas nas geleiras pode ajudar os humanos a viverem até aos 140 anos. Os investigadores já duplicaram o tempo de vida de ratos e moscas, depois de descongelarem o Bacillus F, da idade do gelo.
A bactéria foi descoberta em Mount Mamontova, na região russa de Yakutia. Os cientistas estavam fazendo testes nas geleiras quando a descobriram, após ter estado congelada durante séculos.



O líder da investigação, Anatolia Brushkova, disse que ficaram surpreendidos com os resultados, depois de injetar o Bacillus F nos ratos.
Ainda é cedo para dizer, mas se funciona com ratos e moscas, não há motivo para não funcionar com outros animais. - afirmou

A porta-voz, Nadezhda Mironova, explicou que tinham um grupo de ratos, cujo tempo médio de vida é 589 dias. Depois de administrada a bactéria, aumentou em 308 dias, enquanto o grupo de controlo, que não recebeu a injecção, morreu no tempo esperado.
Fontes: DailyMail e No mundo e nos Livros

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Estudo brasileiro reforça hipótese de que vida na Terra veio do espaço

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Quantos escudos protetores você precisaria para sobreviver a uma viagem interplanetária de milhões de anos, agarrado a um pedaço de rocha, congelado, sem água nem oxigênio e bombardeado incessantemente por radiação ultravioleta? Se você é uma bactéria da espécie Deinococcus radiodurans, uma superfície rugosa e uma camada de poeira já seriam suficientes. É o que indica o primeiro estudo experimental de astrobiologia feito por cientistas brasileiros.

Os resultados, publicados na última edição da revista científica "Planetary and Space Science", dão suporte à teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode não ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e caído aqui já pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida.

Para isso, uma forma de vida primordial - representada nos experimentos por bactérias - precisaria sobreviver às intempéries do espaço por milhares ou até milhões de anos, dormente, para então renascer na superfície de algum planeta amigável. Como a Terra.
Por mais difícil que isso possa parecer, vários experimentos realizados nos últimos anos demonstram que determinadas bactérias, em certas condições, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza.

A isso soma-se, agora, o trabalho do biólogo brasileiro Ivan Gláucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu colônias de Deinococcus radiodurans a condições similares às encontradas no espaço e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses altíssimas de radiação.

As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".


Fonte: G1
 

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